Friday, August 04, 2006
Vídeos produzidos na oficina
Clique nos links abaixo para assistir:
Situação de Fidel
Conflito Israel / Líbano
Eleições no México
Para ver todos eles em seqüência, clique aqui.
Situação de Fidel
Conflito Israel / Líbano
Eleições no México
Para ver todos eles em seqüência, clique aqui.
Transmissão ao vivo!!!
Fique ligado! Daqui a pouco, às 10h30, transmissão ao vivo de boletins pelo endereço mms://150.162.39.80:8080/
Atualização: A transmissão foi feita com sucesso, usando o "Codificador do Windows Media" que pode ser baixado aqui.
Atualização: A transmissão foi feita com sucesso, usando o "Codificador do Windows Media" que pode ser baixado aqui.
Futuro incerto
Depois de quase meio século com Fidel no poder, Cuba acordou nesta terça-feira sem seu líder no comando do país. "É uma sensação muito estranha, despertar pela primeira vez em 47 anos pensando que o homem que liderou a revolução entregou o poder", comentou um morador do bairro de Miramar.
Milhões de cubanos acompanharam na noite de segunda-feira, atônitos, a mensagem que anunciava que Fidel Castro estava se licenciando temporariamente de seu cargo e que seu irmão Raúl assumiria suas funções, apoiado pelos principais quadros do Partido Comunista de Cuba e do Governo.
"Eu não posso inventar boas notícias, porque não seria ético; e se as notícias forem ruins, o único que vai ganhar proveito é o inimigo. Na situação específica de Cuba, devido aos planos do império, meu estado de saúde se converte em um segredo de estado que não pode ser divulgado constantemente; e os compatriotas devem compreender isso." Foi assim que Fidel abriu seu último comunicado em que se dirigiu "ao povo de Cuba e aos amigos do mundo", por escrito. Ele afirma que a situação está estável, mas que a evolução do seu estado de saúde precisa de tempo.
Mas quem é Raul Castro? Em entrevista ao US News, Brian Lattel, autor da única biografia sobre o sucessor, Depois de Fidel, diz que ele encarna muitas das qualidades de lideraça do ex- ditador. Segundo Lattel, Raul, em comparação com o irmão, não tem tanto contato direto com o povo de Cuba, não é um intelectual, não discursa tão bem e tampouco gosta de fazer discursos. Por outro lado ressalta as suas qualidades: "Ele é muito esperto e poderoso. É o melhor organizador do regime, um homem experiente em organização e gestão".
Outro analista americano vê uma perspectiva real de mudança com a troca de comando. Nelson Cunningham, que foi assessor do ex-presidente Bill Clinton para a América Latina, acredita que Raúl Castro será um líder passageiro, por causa da sua avançada idade (75 anos). "Não lhe restarão muitos anos. Inevitavelmente isso iniciará um processo de transição real." Há projeções divergentes a respeito dessa transição de poder. Ela é vista como "uma sucessão de fato" pelo professor Jaime Suchlicki, da Universidade de Miami. Para o pesquisador, o que ocorrerá na ilha é "a sucessão prevista".
Suchlicki acredita que esta seja uma hora "definitivamente difícil" para os opositores do regime tentarem uma mudança institucional no país. "Nesses momentos, os aparatos de segurança do Estado se encontram em alerta e é muito, mas muito difícil para a oposição", disse o professor. "Não vai haver uma mudança radical", garante. A Casa Branca também se pronunciou a respeito, nessa terça-feira, e disse que não há motivos para pensar que o líder cubano esteja morto, nem para estender a mão a seu irmão Raúl, que governa interinamente aquele país. "Não conhecemos o estado de saúde de Fidel Castro.
Não conhecemos os fatos exatos, porque Cuba é uma sociedade fechada", declarou o porta-voz da Casa Branca, Tony Snow. A polícia e os militares cubanos foram mobilizados e estão à postos pela ilha sob a afirmação de defender a nação contra uma invasão norte-americana. "Na verdade, essas forças estão lá para impedir os cubanos de tomarem as ruas. O governo que se coroa como vencedor na batalha de idéias parece estar preocupado com o fato de as pessoas terem qualquer idéia.", defende o cubano Valentin Pietro, em seu famoso blog no qual tem discutido e criticado o regime.
As relações estreitas de Cuba com a Venezuela de Chávez e com a China também estão em cheque agora que o destino político do país está incerto. Cuba e Venezuela formaram uma conexão produtiva: os venezuelanos fornecem petróleo, aliviando os momentos de escassez de gasolina e melhorando o sistema de transportes público de Cuba, enquanto 20 mil médicos e dentistas cubanos trabalham em zonas pobres de Caracas, o que reforça a popularidade de Chávez. "Fidel Castro pode ter 80 anos, mas continua a tomar medidas estratégicas", diz Phil Peters, do Lexington Institute. A economia cubana cresceu mais de 8% nos últimos 18 meses. A falta de uma informação concreta sobre o estado de saúde de Fidel e de detalhes sobre o governo provisório de Raúl contribuem para o aumento da especulação que se iniciou na noite de segunda. "Não é para menos, o assunto é muito grave. Para que um país como esse produza uma cessão temporal de poder pela primeira vez na história, é porque as condições devem ser ruins", disse um diplomata europeu.
Esta matéria foi apurada no Scrapbook e escrita colaborativamente no Writely pelos alunos do minicurso "Técnicas Avançadas de Jornalismo Online".
Milhões de cubanos acompanharam na noite de segunda-feira, atônitos, a mensagem que anunciava que Fidel Castro estava se licenciando temporariamente de seu cargo e que seu irmão Raúl assumiria suas funções, apoiado pelos principais quadros do Partido Comunista de Cuba e do Governo.
"Eu não posso inventar boas notícias, porque não seria ético; e se as notícias forem ruins, o único que vai ganhar proveito é o inimigo. Na situação específica de Cuba, devido aos planos do império, meu estado de saúde se converte em um segredo de estado que não pode ser divulgado constantemente; e os compatriotas devem compreender isso." Foi assim que Fidel abriu seu último comunicado em que se dirigiu "ao povo de Cuba e aos amigos do mundo", por escrito. Ele afirma que a situação está estável, mas que a evolução do seu estado de saúde precisa de tempo.
Outro analista americano vê uma perspectiva real de mudança com a troca de comando. Nelson Cunningham, que foi assessor do ex-presidente Bill Clinton para a América Latina, acredita que Raúl Castro será um líder passageiro, por causa da sua avançada idade (75 anos). "Não lhe restarão muitos anos. Inevitavelmente isso iniciará um processo de transição real." Há projeções divergentes a respeito dessa transição de poder. Ela é vista como "uma sucessão de fato" pelo professor Jaime Suchlicki, da Universidade de Miami. Para o pesquisador, o que ocorrerá na ilha é "a sucessão prevista".
Suchlicki acredita que esta seja uma hora "definitivamente difícil" para os opositores do regime tentarem uma mudança institucional no país. "Nesses momentos, os aparatos de segurança do Estado se encontram em alerta e é muito, mas muito difícil para a oposição", disse o professor. "Não vai haver uma mudança radical", garante. A Casa Branca também se pronunciou a respeito, nessa terça-feira, e disse que não há motivos para pensar que o líder cubano esteja morto, nem para estender a mão a seu irmão Raúl, que governa interinamente aquele país. "Não conhecemos o estado de saúde de Fidel Castro.
Não conhecemos os fatos exatos, porque Cuba é uma sociedade fechada", declarou o porta-voz da Casa Branca, Tony Snow. A polícia e os militares cubanos foram mobilizados e estão à postos pela ilha sob a afirmação de defender a nação contra uma invasão norte-americana. "Na verdade, essas forças estão lá para impedir os cubanos de tomarem as ruas. O governo que se coroa como vencedor na batalha de idéias parece estar preocupado com o fato de as pessoas terem qualquer idéia.", defende o cubano Valentin Pietro, em seu famoso blog no qual tem discutido e criticado o regime.
As relações estreitas de Cuba com a Venezuela de Chávez e com a China também estão em cheque agora que o destino político do país está incerto. Cuba e Venezuela formaram uma conexão produtiva: os venezuelanos fornecem petróleo, aliviando os momentos de escassez de gasolina e melhorando o sistema de transportes público de Cuba, enquanto 20 mil médicos e dentistas cubanos trabalham em zonas pobres de Caracas, o que reforça a popularidade de Chávez. "Fidel Castro pode ter 80 anos, mas continua a tomar medidas estratégicas", diz Phil Peters, do Lexington Institute. A economia cubana cresceu mais de 8% nos últimos 18 meses. A falta de uma informação concreta sobre o estado de saúde de Fidel e de detalhes sobre o governo provisório de Raúl contribuem para o aumento da especulação que se iniciou na noite de segunda. "Não é para menos, o assunto é muito grave. Para que um país como esse produza uma cessão temporal de poder pela primeira vez na história, é porque as condições devem ser ruins", disse um diplomata europeu.
Esta matéria foi apurada no Scrapbook e escrita colaborativamente no Writely pelos alunos do minicurso "Técnicas Avançadas de Jornalismo Online".
Thursday, August 03, 2006
“Vamos pedir que se limpem estas eleições”
Para uma platéia de 100 mil pessoas, o candidato à presidência escancara denúncias de fraude eleitoral no México.
POR JULIANA GOMES, DÉBORA PIRES, SILVANA MURAHARA E THIAGO PRADO NERIS
Eles vestem a cor amarela do Partido da Revolução Democrática (PRD), e munidos de cartazes, faixas e bandeiras, centenas de milhares de eleitores marcham por ruas mexicanas para cobrar a verdade. Em plena praça Zócalo, a principal da Cidade do México, um acampamento está formado para manifestar apoio ao candidato presidencial, Andrés Manuel López Obrador derrotado nas urnas dia 2 de julho. O esquerdista alega irregularidades na apuração, que elegeu presidente Felipe Calderón por uma diferença de 0,57 por cento do total de votos.
As manifestaçõers de apoio a Obrador se concentram na capital mexicana, onde ele realiza comícios e discursa sobre as mais de 900 páginas em que estão possíveis provas de fraudes ocorridas na eleição presidencial do dia 2 de julho. "Não vamos apelar para a violência. Nem a rendição, nem a violência", disse López Obrador, ao caminhar entre as barracas onde muitos manifestantes passam a noite. Já o bispo Carlos Aguiar Retes, da Conferência do Episcopado Mexicano (CEM), acusa o peerredista de impedir o direito de livre trânsito na metrópole de 20 milhões de habitantes, de Zócalo até Periférico, por toda a Avenida da Reforma. O bispo de Texoco aponta a coligação de Obrador, "Pelo Bem de Todos", de "ultrapassar seu compromisso público de não afetar terceiros e de querer resolver, na rua, o que deve ser solucionado conforme a lei, no Tribunal Eleitoral do Poder Judiciário da Federação".
Apesar não estar nas leis eleitorais mexicanas, o candidato derrotado, López Obrador, pediu a possibilidade de recontagem manual dos votos ao Tribunal Eleitoral do México. No último sabádo, em coletiva para a imprensa internacional, Obrador afirmou que sua equipe tem como provar as acusações de fraude e manipulações de voto. O partido do candidato (PRD) alega que houve irregularidades em mais de 30.000 colégios eleitorais. O Instituto Federal Eleitoral respondeu às acusações esquerdistas ressaltando que o sistema de contagem dos votos é seguro e inviolável. Segundo dirigentes do Partido da Revolução Demócratica de Obrador, o atual presidente mexicano, Vicente Fox, também teve participação nas possíveis fraudes eleitorais. O Tribunal Eleitoral deve divulgar a decisão se vai ou não recontar os votos até o dia 6 de setembro.
No dia 6 de julho, desse ano, o candidato governista Felipe Calderón venceu a eleição pela Presidência do México. Com uma vantagem de 0,57% dos votos, Calderón, do Partido de Ação Nacional (PAN), obteve 35,88% dos 41 milhões totais de votos, contra os 35,31% do esquerdista Andrés Manuel Lópes Obrador, do Partido da Revolução Democrática (PRD). A diferença de pouco mais de 220 mil votos entre os candidatos, segundo a contagem oficial realizada pelo Instituto Federal Eleitoral (IFE), dispertou uma série de dúvidas a respeito da transparência do processo eleitoral que passaram a circular pelo país desde a divulgação do resultado oficial. Roberto Madrazo, cujo Partido Revolucionário Institucional (PRI) governou o México por 71 anos até a vitória do presidente Vicente Fox (PAN), em 2000, conquistou 22,27% dos votos.
Histórico das fraudes eleitorais mexicanas
No dia 2 de Julho de 1988, o líder do Partido Revolucionário Democrático -PRD Cuauhtémoc Cárdenas , perdeu a presidência por causa de gigantesca fraude eleitoral em beneficio do ex- presidente Carlos Salina.
Uma vez encerradas as mesas de votação, as pesquisas de boca de urna indicavam a vitória de Cárdenas. Mas um suposto problema no sistema eletrônico parou a contagem dos votos. Quando recomeçou a contagem, Salinas saiu na dianteira. O PRD pediu a recontagem, mas um incêndio "acidental" no sótão do Congresso, onde se guardavam os votos, queimou. Salinas foi à presidência. Em 1994, López Obrador foi vítima direta da fraude nas eleições para governador em Tabasco, seu estado natal. Se recusou a aceitar o resultado e ganhou proeminência nacional, liderando protestos em massa na Cidade do México.
Esta matéria foi apurada no Scrapbook e escrita colaborativamente no Writely pelos alunos do minicurso "Técnicas Avançadas de Jornalismo Online".
POR JULIANA GOMES, DÉBORA PIRES, SILVANA MURAHARA E THIAGO PRADO NERIS
Eles vestem a cor amarela do Partido da Revolução Democrática (PRD), e munidos de cartazes, faixas e bandeiras, centenas de milhares de eleitores marcham por ruas mexicanas para cobrar a verdade. Em plena praça Zócalo, a principal da Cidade do México, um acampamento está formado para manifestar apoio ao candidato presidencial, Andrés Manuel López Obrador derrotado nas urnas dia 2 de julho. O esquerdista alega irregularidades na apuração, que elegeu presidente Felipe Calderón por uma diferença de 0,57 por cento do total de votos.
Histórico das fraudes eleitorais mexicanas
No dia 2 de Julho de 1988, o líder do Partido Revolucionário Democrático -PRD Cuauhtémoc Cárdenas , perdeu a presidência por causa de gigantesca fraude eleitoral em beneficio do ex- presidente Carlos Salina.
Uma vez encerradas as mesas de votação, as pesquisas de boca de urna indicavam a vitória de Cárdenas. Mas um suposto problema no sistema eletrônico parou a contagem dos votos. Quando recomeçou a contagem, Salinas saiu na dianteira. O PRD pediu a recontagem, mas um incêndio "acidental" no sótão do Congresso, onde se guardavam os votos, queimou. Salinas foi à presidência. Em 1994, López Obrador foi vítima direta da fraude nas eleições para governador em Tabasco, seu estado natal. Se recusou a aceitar o resultado e ganhou proeminência nacional, liderando protestos em massa na Cidade do México.
Esta matéria foi apurada no Scrapbook e escrita colaborativamente no Writely pelos alunos do minicurso "Técnicas Avançadas de Jornalismo Online".
Israel e o pretexto do resgate de soldados
As relações diplomáticas entre israelenses e palestinos voltaram a piorar depois que o Hamas, movimento político na Palestina, venceu as eleições em janeiro deste ano. O Hamas é autor de cerca de 70 atentados contra o Israel desde o início da segunda intifada, em 2000. Não é segredo as agressões sanguinárias mútuas. Por que declarar guerra agora? Por que, depois de tantos civis mortos, Israel bombardeia o Líbano matando mais de 900 pessoas, a pretexto de resgatar um soldado?
Existem razões justas, baseadas na lei moral e nas regras internacionais, para iniciar uma guerra. Israel as teve todas ao revidar as agressões dos terroristas islâmicos instalados no seu vizinho do norte, o Líbano. O trágico é que, por mais justas e embasadas que sejam as razões para disparar os canhões, quando eles começam a vomitar fogo o inferno se instala e consome igualmente vidas inocentes e de combatentes. Em sua terceira semana, o conflito entre Israel e a milícia do Hezbollah, o "Partido de Deus", parece estar apenas no começo. Apesar do nome, o Hezbollah nada tem de sagrado. É uma falange sanguinária montada com dinheiro do Irã e armas fornecidas pela Síria. Seu objetivo imediato é matar israelenses, sendo-lhes indiferente se os alvos são civis ou militares. Seu objetivo final é converter ou matar todos os que não pensem como seus líderes. O duplamente trágico no atual estágio da guerra iniciada por Israel deriva do fato de que, mesmo sem ser esse seu objetivo, as ações militares de Israel estão matando civis inocentes e, aos olhos do mundo, os justos começam a se assemelhar aos sicários que eles se propuseram a punir.
O número de mortos cresce, e não existe até agora um claro vencedor. Os civis pagam o preço mais alto. Pelas estimativas da sexta-feira passada, 800.000 libaneses, numa população de 4 milhões, foram forçados a abandonar suas casas e mais de 400 foram mortos. As cidades costeiras de Tiro e Sidon estão abarrotadas com mais de 100.000 refugiados. Israel sofre também, ainda que seu total de mortos seja dez vezes menor que o libanês. Ao menos 2.300 mísseis e foguetes lançados pelo Hezbollah já caíram em cidades e povoados israelenses, obrigando mais de 1 milhão de pessoas a procurar os abrigos antiaéreos. O balanço desproporcional em número de vítimas e nas dimensões da destruição está agora no centro de um complicado dilema ético que vai além do habitual debate entre Israel e seus detratores. Diz respeito ao seguinte: uma guerra continua justa se for lutada de modo sujo?
Do ponto de vista das regras internacionais, todo Estado tem o direito e o dever de preservar a vida de seus cidadãos de ataques externos. A ofensiva israelense no território libanês é justa, ao menos no que diz respeito a sua motivação. Se o Hezbollah atravessou uma fronteira internacional e seqüestrou dois soldados (como fez três semanas atrás) e há anos lança regularmente foguetes sobre as cidades israelenses, é um direito de Israel usar a força para tentar eliminar esse grupo ou, pelo menos, reduzir sua campanha terrorista. A moralidade da ofensiva torna-se nebulosa, contudo, quando Israel usa bombas de fragmentação em áreas populosas, ataca estradas e centrais elétricas que, apesar de terem algum uso militar, são vitais para a população civil. A quase universal compreensão com que o Estado judeu contou nos primeiros dias de confronto, até mesmo em alguns países árabes, está agora virada de cabeça para baixo. A mudança deve-se exclusivamente ao sofrimento imposto à população do Líbano, da qual o Hezbollah representa apenas uma ínfima parcela.
Pelas normas internacionais, a maneira de fazer uma guerra é considerada justa quando preenche três requisitos: a resposta deve ser proporcional à ameaça ou agressão, não se pode usar força excessiva e os ataques têm de ser direcionados aos combatentes inimigos, e não aos civis. A proporcionalidade de um conflito não é julgada apenas pela agressão sofrida. Há dois outros fatores igualmente importantes. O primeiro são as dimensões da ameaça (a chuva de foguetes e mísseis lançados contra o território israelense dá a dimensão do enorme perigo representado pelo Hezbollah). O segundo leva em conta a destruição que a guerra causa, em comparação aos benefícios que pode trazer. Se o Hezbollah for destruído ou contido, argumentam os israelenses, os benefícios serão enormes. Não apenas para Israel, mas também para o Líbano e para os outros países da região, ameaçados pelo extremismo islâmico patrocinado pelo Irã.
A questão da proporcionalidade cobre apenas uma parte da discussão ética. Desde o fim da II Guerra, o mundo tem colocado ênfase na diplomacia e na jurisprudência para a solução de litígios. O conceito moderno é que a guerra deve ser o último recurso, depois de todos os outros terem se esgotado. Uma série de acordos internacionais – a Convenção de Genebra é a mais conhecida – tenta colocar ordem numa questão que já era discutida nos tempos da conquista da Gália por Júlio César: na guerra vale tudo? A resposta ética é não. Mesmo que se entenda que o soldado, no meio da balaceira, não hesite em usar sua arma mais poderosa, certas regras separam a civilização da barbárie. As questões essenciais são a imunidade do não combatente, a proteção aos feridos e a garantia de bom tratamento aos prisioneiros.
Clique aqui e veja as áreas de maior ataque - e veja também a distribuição das diferentes religiões na região.
Saiba mais sobre o que é o Hizbollah e sua atuação.
O Hizbollah, ou Hezbollah, (do árabe: حزب الله, que significa "Partido de Deus") é uma organização islâmica extremista libanesa e um partido político, que conta com um braço armado e um braço civil. Foi fundado em 1982 com o objetivo original de combater a ocupação israelense no sul do Líbano. Após a retirada de Israel do sul do Libano, a milícia de guerrilheiros continuam reinvindicando os direitos do Líbano. Segundo o parecer do o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, o grupo é comandado pelo secretário geral Hassan Nasrallah.
Diferente de outros grupos que fazem terrorismo político por dinheiro, ou exércitos constituídos de profissionais pagos para defender os interesses de uma nação, a milícia de resistência Hizbollah, ao contrário, é integralmente formada de jovens, órfãos de pais que perderam a vida nos ataques de Israel em 1982 e 1986, que dá sentido à expressão "Partido de Deus" , ou seja, uma conseqüência natural. Atualmente há muitos sírios e iranianos que formam parte de suas filas, tentando atos desesperados de terrorismo.
Constitui-se em um dos principais movimentos de combate à presença israelense no Oriente Médio e possui como objetivo declarado "cobrar a morte de seus ancestrais" com o deslocamento integral do Estado de Israel e expulsão da população israelita para outras regiões do planeta.
Até agora tratados como terroristas, mesmo que com o suporte de homens-bombas, o grupo, belicamente, vem apresentando uma atuação mais elegante, que a matança indiscriminada que o exército israelense até hoje vem apresentando.
Desenvolve também uma série de atividades em cinco áreas: ajuda a familiares de "mártires" (recompensa financeira a família de homens-bomba), saúde, educação religiosa(xiita), reconstrução e agricultura.
O Hizbollah conta com cinco hospitais, 43 clínicas e duas escolas de enfermagem. Segundo a ONU, ao menos 220 mil pessoas em 130 cidades libanesas se tratam nesses locais. O Hizbollah possui 12 escolas com sete mil alunos e setecentos professores e centros culturais franceses auxiliam no aperfeiçoamento do corpo docente. Tudo isso financiado por Irã, para poder conseguir mais jovenes em suas filas.
Na reconstrução, existe uma instituição exclusiva para reparar danos causados por ataques israelenses, motivados em represálias por ataques terroristas, enquanto que na agricultura engenheiros agrônomos formados em Beirute, na Síria, no Irã e na Alemanha, desenvolvem importantes projetos agrícolas para garantir a base da economia de subsistência do sul do país.Todos esses projetos ajudam o grupo a conquistar apoio popular e político, influência ideológica e a recrutar membros entre a população local.
Um modo diferente de protestar a Guerra
Enquanto as mídias divulgam os números de mortos da guerra do Iraque o grupo americano Iraq body count avalia estes dados
O IRAQ BODY COUNT é um projeto de Segurança Humana para estabelecer uma base de dados pública, independente e ampla ampla (baseada nas notícias de agências e nas manchetes de jornais), de civis mortos no Iraque como resultado direto das ações militares levadas a cabo pelos Estados Unidos e seus aliados no ano 2003.
Os resultados e os totais são atualizados constantemente e são colocados imediatamente à disposição nesta página e nos vários contadores IBC que podem ser consultados gratuitamente em qualquer página web, onde serão atualizados automaticamente sem necessidade de nenhuma intervenção. As cifras das perdas derivam de uma ampla sondagem dos meios de comunicação on-line. Quando tais fontes fornecem cifras diferentes, dá-se uma gama de valores (um mínimo e um máximo). Pelo menos três membros da equipe do projeto Iraq Body Count realizam uma revisão independente e controlam os erros de todos os resultados antes da publicação.
O projeto é baseado e tem como ponto de partida um trabalho anterior do Professor Marc Herold que produziu a tabela mais completa sobre os civis mortos na guerra do Afeganistão, desde Outubro de 2001 até o momento atual, e a metodologia foi ideada em estreita colaboração com ele.
O Professor Herold declarou: “Apóio firmemente esta iniciativa. A contagem dos mortos civis demonstra ser cada vez mais importante, por ao menos duas razões: as fontes militares e os meios de comunicação oficiais tentam descrever o advento do armamento de alta precisão como responsável, no máximo, de umas poucas vítimas civis de maneira acidental quando, na realidade, não é este o caso. Além disso, a maior fonte de oposição a estas guerras continua sendo um público geral articulado e informado, que mantém um compromisso em relação aos acordos internacionais que tratam do impacto das guerras sobre as populações civis, em um momento em que a maioria dos corpos organizados e os chamados “especialistas” os abandonaram”.
Galeria de fotos

Gil Cohen Magen/Reuters


Esta matéria foi apurada no Scrapbook e escrita colaborativamente no Writely pelos alunos do minicurso "Técnicas Avançadas de Jornalismo Online".
Existem razões justas, baseadas na lei moral e nas regras internacionais, para iniciar uma guerra. Israel as teve todas ao revidar as agressões dos terroristas islâmicos instalados no seu vizinho do norte, o Líbano. O trágico é que, por mais justas e embasadas que sejam as razões para disparar os canhões, quando eles começam a vomitar fogo o inferno se instala e consome igualmente vidas inocentes e de combatentes. Em sua terceira semana, o conflito entre Israel e a milícia do Hezbollah, o "Partido de Deus", parece estar apenas no começo. Apesar do nome, o Hezbollah nada tem de sagrado. É uma falange sanguinária montada com dinheiro do Irã e armas fornecidas pela Síria. Seu objetivo imediato é matar israelenses, sendo-lhes indiferente se os alvos são civis ou militares. Seu objetivo final é converter ou matar todos os que não pensem como seus líderes. O duplamente trágico no atual estágio da guerra iniciada por Israel deriva do fato de que, mesmo sem ser esse seu objetivo, as ações militares de Israel estão matando civis inocentes e, aos olhos do mundo, os justos começam a se assemelhar aos sicários que eles se propuseram a punir.
O número de mortos cresce, e não existe até agora um claro vencedor. Os civis pagam o preço mais alto. Pelas estimativas da sexta-feira passada, 800.000 libaneses, numa população de 4 milhões, foram forçados a abandonar suas casas e mais de 400 foram mortos. As cidades costeiras de Tiro e Sidon estão abarrotadas com mais de 100.000 refugiados. Israel sofre também, ainda que seu total de mortos seja dez vezes menor que o libanês. Ao menos 2.300 mísseis e foguetes lançados pelo Hezbollah já caíram em cidades e povoados israelenses, obrigando mais de 1 milhão de pessoas a procurar os abrigos antiaéreos. O balanço desproporcional em número de vítimas e nas dimensões da destruição está agora no centro de um complicado dilema ético que vai além do habitual debate entre Israel e seus detratores. Diz respeito ao seguinte: uma guerra continua justa se for lutada de modo sujo?
Do ponto de vista das regras internacionais, todo Estado tem o direito e o dever de preservar a vida de seus cidadãos de ataques externos. A ofensiva israelense no território libanês é justa, ao menos no que diz respeito a sua motivação. Se o Hezbollah atravessou uma fronteira internacional e seqüestrou dois soldados (como fez três semanas atrás) e há anos lança regularmente foguetes sobre as cidades israelenses, é um direito de Israel usar a força para tentar eliminar esse grupo ou, pelo menos, reduzir sua campanha terrorista. A moralidade da ofensiva torna-se nebulosa, contudo, quando Israel usa bombas de fragmentação em áreas populosas, ataca estradas e centrais elétricas que, apesar de terem algum uso militar, são vitais para a população civil. A quase universal compreensão com que o Estado judeu contou nos primeiros dias de confronto, até mesmo em alguns países árabes, está agora virada de cabeça para baixo. A mudança deve-se exclusivamente ao sofrimento imposto à população do Líbano, da qual o Hezbollah representa apenas uma ínfima parcela.
Pelas normas internacionais, a maneira de fazer uma guerra é considerada justa quando preenche três requisitos: a resposta deve ser proporcional à ameaça ou agressão, não se pode usar força excessiva e os ataques têm de ser direcionados aos combatentes inimigos, e não aos civis. A proporcionalidade de um conflito não é julgada apenas pela agressão sofrida. Há dois outros fatores igualmente importantes. O primeiro são as dimensões da ameaça (a chuva de foguetes e mísseis lançados contra o território israelense dá a dimensão do enorme perigo representado pelo Hezbollah). O segundo leva em conta a destruição que a guerra causa, em comparação aos benefícios que pode trazer. Se o Hezbollah for destruído ou contido, argumentam os israelenses, os benefícios serão enormes. Não apenas para Israel, mas também para o Líbano e para os outros países da região, ameaçados pelo extremismo islâmico patrocinado pelo Irã.
A questão da proporcionalidade cobre apenas uma parte da discussão ética. Desde o fim da II Guerra, o mundo tem colocado ênfase na diplomacia e na jurisprudência para a solução de litígios. O conceito moderno é que a guerra deve ser o último recurso, depois de todos os outros terem se esgotado. Uma série de acordos internacionais – a Convenção de Genebra é a mais conhecida – tenta colocar ordem numa questão que já era discutida nos tempos da conquista da Gália por Júlio César: na guerra vale tudo? A resposta ética é não. Mesmo que se entenda que o soldado, no meio da balaceira, não hesite em usar sua arma mais poderosa, certas regras separam a civilização da barbárie. As questões essenciais são a imunidade do não combatente, a proteção aos feridos e a garantia de bom tratamento aos prisioneiros.
Clique aqui e veja as áreas de maior ataque - e veja também a distribuição das diferentes religiões na região.
Saiba mais sobre o que é o Hizbollah e sua atuação.
O Hizbollah, ou Hezbollah, (do árabe: حزب الله, que significa "Partido de Deus") é uma organização islâmica extremista libanesa e um partido político, que conta com um braço armado e um braço civil. Foi fundado em 1982 com o objetivo original de combater a ocupação israelense no sul do Líbano. Após a retirada de Israel do sul do Libano, a milícia de guerrilheiros continuam reinvindicando os direitos do Líbano. Segundo o parecer do o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, o grupo é comandado pelo secretário geral Hassan Nasrallah.
Diferente de outros grupos que fazem terrorismo político por dinheiro, ou exércitos constituídos de profissionais pagos para defender os interesses de uma nação, a milícia de resistência Hizbollah, ao contrário, é integralmente formada de jovens, órfãos de pais que perderam a vida nos ataques de Israel em 1982 e 1986, que dá sentido à expressão "Partido de Deus" , ou seja, uma conseqüência natural. Atualmente há muitos sírios e iranianos que formam parte de suas filas, tentando atos desesperados de terrorismo.
Constitui-se em um dos principais movimentos de combate à presença israelense no Oriente Médio e possui como objetivo declarado "cobrar a morte de seus ancestrais" com o deslocamento integral do Estado de Israel e expulsão da população israelita para outras regiões do planeta.
Até agora tratados como terroristas, mesmo que com o suporte de homens-bombas, o grupo, belicamente, vem apresentando uma atuação mais elegante, que a matança indiscriminada que o exército israelense até hoje vem apresentando.
Desenvolve também uma série de atividades em cinco áreas: ajuda a familiares de "mártires" (recompensa financeira a família de homens-bomba), saúde, educação religiosa(xiita), reconstrução e agricultura.
O Hizbollah conta com cinco hospitais, 43 clínicas e duas escolas de enfermagem. Segundo a ONU, ao menos 220 mil pessoas em 130 cidades libanesas se tratam nesses locais. O Hizbollah possui 12 escolas com sete mil alunos e setecentos professores e centros culturais franceses auxiliam no aperfeiçoamento do corpo docente. Tudo isso financiado por Irã, para poder conseguir mais jovenes em suas filas.
Na reconstrução, existe uma instituição exclusiva para reparar danos causados por ataques israelenses, motivados em represálias por ataques terroristas, enquanto que na agricultura engenheiros agrônomos formados em Beirute, na Síria, no Irã e na Alemanha, desenvolvem importantes projetos agrícolas para garantir a base da economia de subsistência do sul do país.Todos esses projetos ajudam o grupo a conquistar apoio popular e político, influência ideológica e a recrutar membros entre a população local.
Um modo diferente de protestar a Guerra
Enquanto as mídias divulgam os números de mortos da guerra do Iraque o grupo americano Iraq body count avalia estes dados
O IRAQ BODY COUNT é um projeto de Segurança Humana para estabelecer uma base de dados pública, independente e ampla ampla (baseada nas notícias de agências e nas manchetes de jornais), de civis mortos no Iraque como resultado direto das ações militares levadas a cabo pelos Estados Unidos e seus aliados no ano 2003.
Os resultados e os totais são atualizados constantemente e são colocados imediatamente à disposição nesta página e nos vários contadores IBC que podem ser consultados gratuitamente em qualquer página web, onde serão atualizados automaticamente sem necessidade de nenhuma intervenção. As cifras das perdas derivam de uma ampla sondagem dos meios de comunicação on-line. Quando tais fontes fornecem cifras diferentes, dá-se uma gama de valores (um mínimo e um máximo). Pelo menos três membros da equipe do projeto Iraq Body Count realizam uma revisão independente e controlam os erros de todos os resultados antes da publicação.
O projeto é baseado e tem como ponto de partida um trabalho anterior do Professor Marc Herold que produziu a tabela mais completa sobre os civis mortos na guerra do Afeganistão, desde Outubro de 2001 até o momento atual, e a metodologia foi ideada em estreita colaboração com ele.
O Professor Herold declarou: “Apóio firmemente esta iniciativa. A contagem dos mortos civis demonstra ser cada vez mais importante, por ao menos duas razões: as fontes militares e os meios de comunicação oficiais tentam descrever o advento do armamento de alta precisão como responsável, no máximo, de umas poucas vítimas civis de maneira acidental quando, na realidade, não é este o caso. Além disso, a maior fonte de oposição a estas guerras continua sendo um público geral articulado e informado, que mantém um compromisso em relação aos acordos internacionais que tratam do impacto das guerras sobre as populações civis, em um momento em que a maioria dos corpos organizados e os chamados “especialistas” os abandonaram”.
Galeria de fotos

Gil Cohen Magen/Reuters

Esta matéria foi apurada no Scrapbook e escrita colaborativamente no Writely pelos alunos do minicurso "Técnicas Avançadas de Jornalismo Online".
Como usar o Writely
Esta página, criada pelo pessoal do Google (e em português) explica melhor o que é o Writely e dá dicas de como usá-lo.
(update: ali na coluna da direita vocês encontrarão outros links para as ferramentas que usamos durante o minicurso.)
Zé Lacerda
(update: ali na coluna da direita vocês encontrarão outros links para as ferramentas que usamos durante o minicurso.)
Zé Lacerda
Wednesday, August 02, 2006
Instalação do Firefox e do Scrapbook
Para instalar o Scrapbook, primeiro é preciso ter o navegador Firefox instalado no computador.
Se você já estiver no Firefox, entre neste link e instale.
Se não tiver, clique aqui para instalar o Firefox.
Existe também um manual do Scrapbook. Clique aqui para acessar (ou gravar) o documento em PDF. Está em inglês e tem 50 páginas.
Pedro e Zé
Se você já estiver no Firefox, entre neste link e instale.
Se não tiver, clique aqui para instalar o Firefox.
Existe também um manual do Scrapbook. Clique aqui para acessar (ou gravar) o documento em PDF. Está em inglês e tem 50 páginas.
Pedro e Zé
Tuesday, August 01, 2006
Agenda da Semana do Jornalismo
Clique no botão abaixo para cadastrar a agenda da Semana do Jornalismo no seu Google Calendar.

Ou então entre neste link para ver a programação.

Ou então entre neste link para ver a programação.
Onde acontece a V Semana do Jornalismo
Veja aqui onde fica o Curso de Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina.
Links que usamos na primeira aula
Não sei se faltou algum endereço (usem os comentários para pedir mais):
del.icio.us - Serviço para criar e compartilhar bookmarks (o que usamos no início da 1ª aula).
Flickr - Serviço para armazenar e compartilhar imagens.
Technorati - Lê RSSs para reunir todos os conteúdos de blogs num só lugar.
Feed Digest - Para combinar RSSs de várias fontes e criar um RSS personalizado.
Cellsea - Exemplo de Web 2.0. Ferramenta para edição simplificada de fotos.
Google News Cloud - Exemplo de Web 2.0 aplicada ao Jornalismo.
Wikimapia - Ferramenta que usa a API do Google Maps e acrescenta recursos de edição colaborativa (wiki).
Chicago Crime - Excelente exemplo do uso de APIs para acompanhar a incidência de crimes em Chicago.
Netvibes - Aplicação Web 2.0 para criar uma página com conteúdos personalizados.
Google Calendar - Aplicação Web 2.0 para criar e compartilhar calendários.
Abaixo a definição dos conceitos que trabalhamos na aula (em inglês vocês encontram descrições mais detalhadas):
RSS
Web 2.0
API
Até amanhã!
Zé Lacerda
del.icio.us - Serviço para criar e compartilhar bookmarks (o que usamos no início da 1ª aula).
Flickr - Serviço para armazenar e compartilhar imagens.
Technorati - Lê RSSs para reunir todos os conteúdos de blogs num só lugar.
Feed Digest - Para combinar RSSs de várias fontes e criar um RSS personalizado.
Cellsea - Exemplo de Web 2.0. Ferramenta para edição simplificada de fotos.
Google News Cloud - Exemplo de Web 2.0 aplicada ao Jornalismo.
Wikimapia - Ferramenta que usa a API do Google Maps e acrescenta recursos de edição colaborativa (wiki).
Chicago Crime - Excelente exemplo do uso de APIs para acompanhar a incidência de crimes em Chicago.
Netvibes - Aplicação Web 2.0 para criar uma página com conteúdos personalizados.
Google Calendar - Aplicação Web 2.0 para criar e compartilhar calendários.
Abaixo a definição dos conceitos que trabalhamos na aula (em inglês vocês encontram descrições mais detalhadas):
RSS
Web 2.0
API
Até amanhã!
Zé Lacerda
